terça-feira, 4 de setembro de 2012

O ápice do ápice, ele, o amor.

Tenho, sou, somos! queremos, desejamos, um desejo subsequente do outro, é o que move? Penso que sim. Fato é que se eu não desejasse não seria sujeito, que não se atreveria, que não mostraria, que não queria, que não fazia, que não amava. Depois disso tudo me perguntaria se seria mesmo um alguém. Desejo por que necessito. Se não desejasse não duvidaria, não procuraria, não deliciaria, não viajaria, não me permitia. Permito-me sim! Por que quero, porque busco, navego nos mares do seu olhar, e ainda há quem duvide que seus olhos tenha mar, eu não duvido. Amo-te com a força mais forte e mais segura que tenho aqui, peço calma ao meu coração por tanto amor, só amo-te mesmo. Amor. É tão bonito e leve, me emociona.
Falta ar, falta lugar. Ai. É ele, que te pega, te aperta, te solta, te cobre de beijos e carinhos, te sente, te quer, te faz querer, tem paixão. É o ápice do ápice. É aquele, é ele, é ela, é isso.

(Escrito em: 04/10/2011)

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